{"id":268,"date":"2026-06-09T12:07:27","date_gmt":"2026-06-09T15:07:27","guid":{"rendered":"https:\/\/hall.swimchannel.net\/?p=268"},"modified":"2026-06-09T13:06:14","modified_gmt":"2026-06-09T16:06:14","slug":"ricardo-prado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/hall.swimchannel.net\/index.php\/2026\/06\/09\/ricardo-prado\/","title":{"rendered":"Ricardo Prado"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Texto: Rog\u00e9rio Romero<\/h4>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignleft size-large is-resized\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"614\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/hall.swimchannel.net\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/chamada-ricardo-prado-614x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-150\" style=\"width:346px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/hall.swimchannel.net\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/chamada-ricardo-prado-614x1024.jpg 614w, https:\/\/hall.swimchannel.net\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/chamada-ricardo-prado-180x300.jpg 180w, https:\/\/hall.swimchannel.net\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/chamada-ricardo-prado-768x1280.jpg 768w, https:\/\/hall.swimchannel.net\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/chamada-ricardo-prado-922x1536.jpg 922w, https:\/\/hall.swimchannel.net\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/chamada-ricardo-prado.jpg 975w\" sizes=\"(max-width: 614px) 100vw, 614px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Precoce. Este talvez seja o adjetivo que mais resume a carreira de Ricardo Prado. Natural de Andradina, o ca\u00e7ula de 5 filhos de uma fam\u00edlia de esportistas nasceu em 3 de janeiro de 1965. Com 5 anos j\u00e1 fazia parte da equipe de nata\u00e7\u00e3o. Aos 6 anos disputou o primeiro Campeonato Brasileiro Infantil. Foi campe\u00e3o brasileiro pela primeira vez aos sete anos de idade, nos 50 metros borboleta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em 1977, com apenas 12 anos de idade, fez parte da sele\u00e7\u00e3o brasileira que foi ao&nbsp;<a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Peru\">Peru<\/a>&nbsp;disputar o campeonato sul-americano de nata\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com 13 anos, teve seu primeiro contato com o renomado treinador Mark Schubert, que estava com parte da sua equipe em S\u00e3o Paulo. Com ajuda, acabou entregando uma carta pedindo para treinar na equipe de Mission Viejo. Schubert pediu paci\u00eancia ao jovem nadador para que aguardasse ao menos fazer 15 anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Desde cedo, Pradinho se destacou por ser muito t\u00e9cnico.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em 1979, fez parte da sele\u00e7\u00e3o que participou dos Jogos Pan-americanos de San Juan, pegando final nos 200 e 400m medley.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Enfim com 15 anos e dois meses, em 7 de mar\u00e7o de 1980, pagando 300 d\u00f3lares mensais para a \u201cfam\u00edlia\u201d americana e mais todas as outras despesas de treinamento em competi\u00e7\u00e3o, ele foi para Los Angeles, sem falar ingl\u00eas ou conhecer algu\u00e9m. Treinando ao lado do dos recordistas mundiais dos 200 e 400m medley, Bill Barret e Jesse Vassalo, respectivamente, em apenas um m\u00eas abaixou cerca de 5s e fez o \u00edndice ol\u00edmpico na prova que daria seus melhores resultados, os 400m medley, com 4:30.97 no campeonato americano.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/hfnb.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/image001-640x213.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1374\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em sua estreia ol\u00edmpica em Moscou ficou em 11\u00ba nos 400m medley, fazendo praticamente o mesmo tempo do seu \u00edndice ol\u00edmpico com 4:31.69. Para se ter uma no\u00e7\u00e3o, nos \u00faltimos 10 anos, apenas um brasileiro de 15 anos nadou mais r\u00e1pido que o tempo realizado a 39 anos! Nadou ainda os 100m costas, com 1:01.03. Na capital russa que percebeu que, apesar da sua baixa estatura (1m68), teria condi\u00e7\u00f5es reais de ser o melhor do mundo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Compensou isto com muito treino e t\u00e9cnica. &#8220;<em>Ele trabalhava duro. Era um garoto pequeno, mas tinha um cora\u00e7\u00e3o maior do que qualquer um. Treinou muito, decidiu que seria o recordista e conseguiu. Tenho muito respeito por ele<\/em>&#8220;, declarou Schubert.<a href=\"#_ftn1\" id=\"_ftnref1\">[1]<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em 1981 come\u00e7ou a escrever seu nome nos livros de recordes, tirando do tamb\u00e9m vers\u00e1til Djan Madruga 4 recordes nacionais, nos 200m costas, 200m borboleta e nos 200 e 400m medley, que seriam sul-americanos tamb\u00e9m. Nos 200m borboleta, foi o primeiro brasileiro a deter o recorde continental.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A consagra\u00e7\u00e3o veio do 4\u00ba. Mundial da FINA, em Guayaquil, no Equador, com o ouro e recorde mundial nos 400m medley, em 4:19.78, abaixando 27 cent\u00e9simos do seu agora rival Vassalo. As condi\u00e7\u00f5es em que a equipe brasileira ficou provavelmente limitaram seus resultados nas demais provas, 200 borboleta, costas e medley, tanto que ele mesmo esperava uma marca ainda mais expressiva na que acabou se sagrando o primeiro campe\u00e3o mundial brasileiro.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe title=\"Ricardo Prado - Recorde Mundial 400 medley\" width=\"800\" height=\"600\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Lum4i28_few?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Reveja a prova do recorde mundial com coment\u00e1rios do pr\u00f3prio.<\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/hfnb.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/image003-266x480.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1372\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>O Mundial de 1982 n\u00e3o teve grande cobertura.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De uma hora para outra, a grande imprensa reconheceu os feitos e Pradinho estava em todos os lugares. Se por um lado isto auxiliou na sua confirma\u00e7\u00e3o como \u00eddolo de uma gera\u00e7\u00e3o, por outro trouxe para o jovem atleta uma cobran\u00e7a imensa pelo ouro ol\u00edmpico.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/hfnb.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/image004-361x480.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1371\"\/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/hfnb.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/image005.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1370\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De volta aos Estados Unidos, Pradinho aceitou o convite para treinar e estudar Economia na Southern Methodist University, onde alcan\u00e7ou grandes resultados no NCAA, novamente fazendo hist\u00f3ria ao ser o primeiro brasileiro a conquistar o ouro no disputad\u00edssimo campeonato universit\u00e1rio americano. N\u00e3o apenas isso, dentro dos seus 5 ouros nos 4 anos que competiu, foi tricampe\u00e3o nas 400 jardas medley (83, 84 e 86). Esta passagem lhe rendeu uma homenagem em 2017 pelo nosso similar da SMU, no Athletics Hall of Fame.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/hfnb.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/image006-320x480.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1369\"\/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/hfnb.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/image007.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1368\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Clique <\/em><a href=\"https:\/\/smumustangs.com\/hof.aspx?hof=93\"><em>aqui<\/em><\/a><em> para ver a cerim\u00f4nia, onde Prado fala aos 51:36.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em 1983, antes de uma participa\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica no Pan, ele encarou as Univers\u00edades em Edmonton, Canad\u00e1, onde viu a ascens\u00e3o do local Alex Baumann, que levou as duas provas de medley com recorde de campeonato, sendo os 400 com recorde da comunidade brit\u00e2nica, ficando a apenas 2 cent\u00e9simos do recorde mundial do brasileiro. Prado ficou com o bronze nas duas provas, as \u00fanicas do Brasil na Nata\u00e7\u00e3o, e ainda finalista nos 200m borboleta e costas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pouco mais de um m\u00eas depois, ele estava em Caracas com a sele\u00e7\u00e3o nacional, disputando seu segundo Jogos Pan Americanos, onde a equipe americana foi com sua melhor delega\u00e7\u00e3o, quebrando 3 recordes mundiais.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/hfnb.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/image008.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1367\"\/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/hfnb.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/image009-330x480.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1366\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Agora Prado era a cara da Nata\u00e7\u00e3o Brasileira<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Saiu como o maior medalhista individual da competi\u00e7\u00e3o, vencendo os 200 e 400m medley e batendo os recordes continentais nos 200m costas e borboleta, sagrando-se vice-campe\u00e3o em ambas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">J\u00e1 com a m\u00eddia passando ao vivo, as medalhas do Pan alavancaram a expectativa ol\u00edmpica e consagrando-o como uma das grandes esperan\u00e7as brasileiras para o ano seguinte.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/hfnb.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/image010-640x360.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1365\"\/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/hfnb.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/image011.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1364\"\/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/hfnb.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/image012-346x480.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1363\"\/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/hfnb.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/image013.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1362\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Pr\u00e9 Los Angeles, a exposi\u00e7\u00e3o foi ao m\u00e1ximo.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E finalmente chega o ano ol\u00edmpico. Ap\u00f3s ter seu recorde amea\u00e7ado no ano anterior, viu o alem\u00e3o oriental Jens-Peter Berndt abaixar a marca mundial para 4:19.61 em maio. Menos de um m\u00eas depois, na seletiva canadense, Alex Baumann abaixou quase 2s, trazendo o recorde para 4:17.53. Berndt acabou n\u00e3o indo para Los Angeles por conta do boicote, mas Prado teria que encarar o canadense em 17 de junho.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/hfnb.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/image014-634x480.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1361\"\/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/hfnb.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/image015-579x480.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1360\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Um reencontro entre os dois gigantes da \u00e1gua<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O brasileiro fez sua prova e passou na frente nos 200m, sendo ultrapassado no peito e n\u00e3o conseguiu tirar a vantagem nos 100m finais. Novo recorde mundial para Baumann, tirando 8 cent\u00e9simos do seu recente recorde, e nova marca sul-ameriana para Ricardo Prado. Com seus 4:18.45, demonstrou que nunca treinou para ficar em segundo. Sua marca que s\u00f3 viria a ser batida 20 anos depois, por outro futuro medalhista ol\u00edmpico da prova, Thiago Pereira.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/hfnb.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/image016.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1359\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cFoi dif\u00edcil, mas valeu. Faria tudo de novo. Tirei muito mais da nata\u00e7\u00e3o do que dei. E, de mais a mais, tudo tem o seu pre\u00e7o. O meu foi apenas alto\u201d.<a href=\"#_ftn2\" id=\"_ftnref2\">[2]<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Acabou ainda em 4\u00ba. nos 200m costas mas ficou de fora das finais dos 200m medley e borboleta, onde finalizou na 17\u00aa. posi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Prado ainda teve um bom desempenho nos pr\u00f3ximos 3 anos, ganhando a primeira edi\u00e7\u00e3o do Pan Pac\u00edfico e tamb\u00e9m a Univers\u00edade, quebrando a barreira dos 4:20 mais uma vez nesta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pegou final no Mundial de Madri em 1986 nos 200m medley e, quando todos j\u00e1 pensavam que se aposentaria, voltou para seu terceiro Pan, conquistou mais 3 medalhas, prata nos 200m costas e bronze nos 200m medley e no revezamento 4&#215;100 medley.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Precoce tamb\u00e9m foi o fim da sua carreira. Com apenas 23 anos, mas com uma bagagem de fazer inveja, encerrou os treinamentos ap\u00f3s ter sido diagnosticado por hepatite no in\u00edcio de mais um ano ol\u00edmpico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Agora, com mestrado em Economia e formado tamb\u00e9m em Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica, sua contribui\u00e7\u00e3o \u00e9 atrav\u00e9s de coment\u00e1rios, passando como treinador, gestor e palestrante. Teve um document\u00e1rio contando sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/hfnb.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/image017-640x359.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1358\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Assustou a todos aos 38 anos de idade, sofrendo um precoce infarto.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pela sua bela carreira, com recorde e ouro mundial, prata ol\u00edmpica, permeados por muita dedica\u00e7\u00e3o e t\u00e9cnica, reconhecemos Ricardo Prado no Hall da Fama da Nata\u00e7\u00e3o Brasileira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"#_ftnref1\" id=\"_ftn1\">[1]<\/a> <a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/esporte\/natacao\/ultimas\/2009\/07\/30\/ult77u2505.jhtm\">https:\/\/www.uol.com.br\/esporte\/natacao\/ultimas\/2009\/07\/30\/ult77u2505.jhtm<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"#_ftnref2\" id=\"_ftn2\">[2]<\/a> <a href=\"https:\/\/web.archive.org\/web\/20121122080719\/http:\/veja.abril.com.br\/olimpiadas\/2012\/brasileiros-na-historia\/12-ricardo-prado.shtml\">https:\/\/web.archive.org\/web\/20121122080719\/http:\/\/veja.abril.com.br\/olimpiadas\/2012\/brasileiros-na-historia\/12-ricardo-prado.shtml<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Texto: Rog\u00e9rio Romero Precoce. 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